Em uma hora, ao vivo, eu abro o seu Portal do Parceiro junto com você, leio os seus números de verdade e te mostro o que precisa mudar pra loja destravar o próximo nível de faturamento. Você sai da chamada com um plano na ordem certa, pronto pra entregar pro seu time já no dia seguinte.
Quando a loja empaca, o dono quase sempre corre pra mesma prateleira: aumenta o investimento em anúncio dentro do iFood, entra em mais promoção, aceita mais cupom. O faturamento sobe um pouco, a margem cai bastante e, no mês seguinte, o teto continua exatamente onde estava.
O teto quase nunca é o volume de pedido. É uma métrica específica, dentro do seu Portal, que ninguém abriu com calma pra olhar.
Faz 60, tenta chegar em 80 e sempre volta pra 60. Todo mês a mesma dança.
O faturamento cresceu, o lucro não. Você vende mais e sobra igual, ou sobra menos.
Faz 200 há meses, quer 250, e nenhuma das alavancas óbvias mexe o ponteiro.
Não é aula, não é palestra, não é material gravado. É uma chamada de vídeo, você compartilha a tela com o Portal do Parceiro aberto, e a gente olha a sua operação real, com os seus números na frente.
Ticket médio, conversão, visitas na loja, cancelamento, avaliação, tempo de preparo, taxa de aceite, itens mais vendidos e o desempenho de cada campanha e cupom que você tem no ar.
Se o problema é que pouca gente vê a sua loja, é uma coisa. Se muita gente vê e pouca gente compra, é outra completamente diferente, e o remédio errado só queima dinheiro.
Se você faz 60 e quer 80, o que exatamente precisa acontecer na conta pra esses 20 a mais aparecerem. Não é motivação, é aritmética da sua loja.
Foto, ordem dos itens, descrição, combo, complemento, o que está sabotando o seu ticket médio sem você perceber.
O que fazer nessa semana, o que fazer no mês, e o que ignorar por enquanto. Numa lista que você repassa pro seu time no dia seguinte e ele executa sem você.
Sushi, hambúrguer, pizza, açaí, marmita, comida caseira, doceria, japonês, árabe. Não importa o que sai da sua cozinha.
O que a gente analisa é a lógica da sua operação e o que os seus números dizem sobre ela. Um ticket médio travado, uma conversão baixa ou um cupom que come a margem se comportam do mesmo jeito, sirva você temaki ou costela.
Eu prefiro te avisar agora do que te decepcionar na chamada. Leia as duas colunas com honestidade.
Meu nome é Matheus Ribeiro. Eu trabalho com estratégia de negócio e crescimento de faturamento. Não sou consultor de teoria: eu sento dentro dos números de empresas que precisam vender mais, encontro onde o dinheiro está vazando ou parado, e mostro o caminho pra destravar.
Os projetos em que eu coloquei a mão já passaram de R$ 20 milhões faturados. Já ajudei empresários a construir operações que passam de R$ 500 mil por mês. E os meus próprios projetos já me deixaram mais de R$ 2 milhões de lucro.
Eu falo isso por um motivo só: o que trava um restaurante em R$ 60 mil é a mesma coisa que trava qualquer negócio, um gargalo na conta que ninguém foi olhar. A diferença é que no iFood esse gargalo está todo escrito, em número, dentro do Portal do Parceiro. E quase nenhum dono abre aquilo com alguém que sabe ler.
Pagamento de R$ 47. É o que reserva a vaga na minha agenda.
Logo depois do pagamento eu falo com você pra combinar o melhor dia e horário. Se a sua loja fatura acima de R$ 50 mil, a gente marca. Se estiver abaixo, eu te devolvo o dinheiro na hora, sem discussão.
Você compartilha a tela. Eu não preciso da sua senha e não mexo na sua conta. Até 1 hora, direto no que interessa.
A gravação da chamada é sua, e as ações ficam anotadas na ordem de execução pro seu time começar já no dia seguinte.
Você provavelmente perde mais do que R$ 47 por dia em cupom mal calibrado, campanha ligada no lugar errado ou item de cardápio que derruba o seu ticket.
Porque eu cobro justamente pra você aparecer. Consultoria de graça todo mundo marca e ninguém entra na chamada. E porque, se essa hora for boa pra você, é bem provável que você queira trabalhar comigo depois. Essa é a minha aposta, e o risco dela é meu, não seu.
Não. Você entra na chamada, abre o Portal na sua tela e compartilha a tela comigo. Eu não peço senha, não acesso a sua conta e não mexo em nada. Quem clica é você.
Por causa do dado. Acima desse volume o seu Portal já tem massa suficiente pra um diagnóstico honesto, e eu consigo te dizer o que está travando a loja olhando pro número, não pro achismo. Abaixo disso a análise vira palpite, e eu não trabalho no palpite.
Funciona. Sushi, hambúrguer, pizza, açaí, marmita, comida japonesa, comida caseira, doceria, o que for. O que a gente analisa são as métricas da sua loja e a lógica da sua operação, e isso é igual em qualquer cozinha.
Na hora a gente consegue olhar bem uma loja, ou duas se elas forem parecidas. Me fala no WhatsApp quantas você tem que eu te oriento pelo caminho mais útil.
Se fizer sentido eu te falo o que eu poderia fazer por você. Mas o combinado é o combinado: a hora é sua, o diagnóstico é seu, e você sai com o plano completo mesmo que não compre mais nada de mim. Não vou segurar informação pra te empurrar coisa.
Não. Eu não sou o iFood, não represento o iFood e não trabalho pra eles. Eu sou consultor de negócio e leio as métricas da sua loja dentro da plataforma.
A diferença entre os dois cenários custa R$ 47 e uma hora do seu tempo.
QUERO MINHA HORA DE DIAGNÓSTICO